Observe a emoção, mas também seu nexo causal - 29/08/2026
Ele comete uma ofensa contra o código disciplinar do Vinaya. Ele deseja: "Que meus companheiros monges não descubram isso!" Quando eles descobrem, ele fica com raiva e amargurado.
Ele deseja: "Que eu seja admoestado por minha ofensa em particular". Quando ele é admoestado no meio da Sangha, ele fica com raiva e amargurado.
Ele deseja: "Que eu receba a melhor comida de esmola no refeitório!" Quando algum outro monge recebe a melhor comida, ele fica com raiva e amargurado.
Ele deseja: "Oh, que os outros monges e monjas, leigos e leigas possam me honrar, respeitar, reverenciar e venerar!" Quando eles não o fazem, e dão tal atenção a outros monges, ele fica com raiva e amargurado.
É vital que se entenda a conexão entre a raiva e o desejo frustrado Assim que se tornam conscientes da raiva, mesmo em suas formas mais leves como irritação, os praticantes do Dhamma perguntam a si mesmos: "Qual é o desejo?" Há três áreas para observar:
Desejos frustrados por prazer sensorial, alívio ou ganho: "Não é justo. Eu queria tanto isso"'; "Eu só preciso de um pouco de paz e sossego por alguns minutos! É pedir demais?!"
Desejos frustrados ligados a como gostaríamos de ser vistos, ou como gostaríamos de poder nos ver: "Eles me trataram como se eu fosse uma espécie de amador ignorante." "Ninguém me valoriza!"
Desejos frustrados de se livrar de coisas desagradáveis e indesejadas: "Isso é tão estúpido! Isso é tão chato!"
Portanto, volte a luz para dentro. Não apenas consciente da emoção, mas também de seu nexo causal.



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